"Tanto tempo longe, tanto tempo sem se ver eu sei, faz doer. Tantas noites longas sem carinho e sem prazer eu sei, faz doer..."
Esse é um dos trechos de uma música que eu adoro, o nome da canção é Distância. Essa distância que a letra fala é sobre amor, casal a apaixonado e afins. Mas nosso dia a dia será que só existe distância para quem está apaixonado?
A distância pode ser causada por inúmeros motivos, situações e fatos. Cada um sabe onde seu calo dói. Acredito que a distância no nosso cotidiano seja um mecanismo de defesa, daqueles que por algum motivo nos machuca. Atire a primeira pedra quem nunca fez ou faz isso. Isso já aconteceu comigo e pode acontecer com qualquer um.
Tem momentos que é bom fazer uma ilha e se isolar do mundo, do que ficar cercado de uma multidão e acabar se sentindo sozinho. Um exercício saudável. Porém, mas se exagerar na dose acarretar em graves problemas, como depressão por exemplo. Exercitar e não exagerar, não esqueça!
Vou deixar vocês curtindo a música Distância e voltar pra minha ilha, Lost, como diz meu querido Emanuel Jr. Principalmente, pela falta de sinal da Vivo!
OBS: "Se você não pode se amar, como pode amar alguém?" (RuPaul)
segunda-feira, 16 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Minha Mãe
Boa tarde caro leitores! Estou voltando a escrever...
Hoje é o dia das mães, mas não quero falar sobre uma coisa que todos dizem e no fim dá no mesmo... Eu quero falar de uma pessoa especial: a minha mãezinha.
Ela nasceu em Manaus no dia 06/03/1963 foi batizada com o nome Neicle Maria da Silva Sampaio. Diferente o nome dela, mas bonito... Foi a vovó que escolheu. Fica estranho eu querer falar dela, pois eu só tenho referencias do que minha família conta, pois eu a perdi muito criança. Ela foi chamada pro andar de cima no dia 03/05/1985, viveu apenas 22 anos intensamente.
Teve apenas dois filhos, minha irmã e este que vos escreve. Segundo consta que ela sabia viver a vida no seu sentido pleno, seja para ajudar a quem precisasse ou até mesmo se divertir até o sol raiar.
Ela fez e faz muita falta pra mim, fico até com um pouco de inveja de minha irmã devido ela ter lembranças com a mamãe, mas isso não vem ao caso.
Espero de onde esteja possa ver que aqui na terra, eu estou fazendo de tudo para que ela tenha orgulho de mim. E quem sabe possamos nos encontrar e dar um abraço apertado, aqueles que só mãe sabe dar.
Era isso que eu queria deixar registrado e compartilhado com todos.
Que todos possam ter um feliz dia mães e Deus nos proteja.
Ah, eu tenho umas fotos da mamãe pequena, espero que todos vejam como ela era linda!
Hoje é o dia das mães, mas não quero falar sobre uma coisa que todos dizem e no fim dá no mesmo... Eu quero falar de uma pessoa especial: a minha mãezinha.
Ela nasceu em Manaus no dia 06/03/1963 foi batizada com o nome Neicle Maria da Silva Sampaio. Diferente o nome dela, mas bonito... Foi a vovó que escolheu. Fica estranho eu querer falar dela, pois eu só tenho referencias do que minha família conta, pois eu a perdi muito criança. Ela foi chamada pro andar de cima no dia 03/05/1985, viveu apenas 22 anos intensamente.
Teve apenas dois filhos, minha irmã e este que vos escreve. Segundo consta que ela sabia viver a vida no seu sentido pleno, seja para ajudar a quem precisasse ou até mesmo se divertir até o sol raiar.
Ela fez e faz muita falta pra mim, fico até com um pouco de inveja de minha irmã devido ela ter lembranças com a mamãe, mas isso não vem ao caso.
Espero de onde esteja possa ver que aqui na terra, eu estou fazendo de tudo para que ela tenha orgulho de mim. E quem sabe possamos nos encontrar e dar um abraço apertado, aqueles que só mãe sabe dar.
Era isso que eu queria deixar registrado e compartilhado com todos.
Que todos possam ter um feliz dia mães e Deus nos proteja.
Ah, eu tenho umas fotos da mamãe pequena, espero que todos vejam como ela era linda!
O teu sorriso me encana e me faz seguir em frente
O teu olhar me fortalece e anima
A tua ternura me envolvem
As tuas mãos me acariciam com suavidade
O teu sim é como um troféu
O teu não me faz parar, pensar, aprender
A tua sabedoria é vida
O teu encanto me encanta
Os teus passos, mesmo estando mais lentos, me motivam a caminhar sempre
O teu rosto, com as marcas do tempo, dizem-me que o bonito é viver servindo
O teu coração ainda pulsa no meu peito
A tua oração me dá forças para continuar caminhando
O teu zelo me ensina a cuidar das pessoas que amo
O teu amor toca o meu coração e me faz sentir amado e é o meu alimento
Os teus cabelos brancos são sinais de sabedoria
Quero te dizer mais uma vez que te amo muito.
Feliz dia das mães
Deus ilumine todos os teus passos e seja a luz que orienta todos os teus dias.
Abraço do teu filho que te carrega no coração.
O teu olhar me fortalece e anima
A tua ternura me envolvem
As tuas mãos me acariciam com suavidade
O teu sim é como um troféu
O teu encanto me encanta
Os teus passos, mesmo estando mais lentos, me motivam a caminhar sempre
O teu coração ainda pulsa no meu peito
A tua oração me dá forças para continuar caminhando
O teu zelo me ensina a cuidar das pessoas que amo
O teu amor toca o meu coração e me faz sentir amado e é o meu alimento
Os teus cabelos brancos são sinais de sabedoria
Quero te dizer mais uma vez que te amo muito.
Feliz dia das mães
Deus ilumine todos os teus passos e seja a luz que orienta todos os teus dias.
Abraço do teu filho que te carrega no coração.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Só sobraram as cinzas.
Esse conto foi escrito por Marcionila Teixeira é jornalista, 37 anos, recifense e adora o carnaval de Olinda.
Resolvi publicar pois achei ele bem legal. Espero que gostem.
Só sobraram as cinzas: Metódico e perfeccionista, Cursino se dividia entre duas paixões: o trabalho e o carnaval. E aprendeu a se contentar com o último dia da festa
Cursino nasceu vigilante. Sabe aquelas pessoas que desde criança dizem aos quatro ventos o que vão ser quando crescer? Cursino é uma delas. Aos sete anos, ganhou uma arma de brinquedo do pai, um embalador de supermercado que sustentava a família com os trocados que ganhava das madames. A garotada do bairro adorava o objeto novo do menino. É que, além de colorida, a arma disparava jatos de água. Aquilo ali ele não emprestava para ninguém. ´Nem para Jesus Cristo, se descesse à Terra`, costumava bradar para afastar os mais insistentes.
Aos poucos, o revólver de plástico ajudou Cursino a identificar sua verdadeira vocação. Com aquele treco em punho, colocava a meninada pra correr na hora de brincar de polícia e ladrão. Foi se descobrindo poderoso e aos poucos o ego já não cabia mais em um rapazote de 12 anos. Menino franzino, do cabelo sarará, olhinho claro puxado para a mãe, Cursino nunca tinha sido a sensação do bairro ou da escola. Era feinho mesmo e, na cabeça dele, ser vigilante quando crescesse iria facilitar a vida. Quem sabe não teria respeito entre os colegas? Poderia até conquistar a menina que quisesse, pensava..
Mas há quem diga que vocação mesmo a gente só descobre quando chega o carnaval. Aí sim, até pessoas como Cursino, que sonham com um emprego na profissão escolhida, deixam de bater ponto e arrumam atestado médico para escapulir. Só que, como já deu para perceber, Cursino, que foi batizado assim em homenagem a um curso de reforço escolar inaugurado pelo governo no dia do seu nascimento, tinha certeza do que queria. E iria enfrentar tudo para ganhar e manter um bom emprego como vigilante. Nem que para isso deixasse sua outra paixão de lado: o carnaval.
Ainda criança, enquanto atirava jatos de água com sua pistola de plástico, a meninada usava bombas feitas com canos velhos para jogar água no povo. Na época, descobriu que também amava a folia, os desfiles dos blocos, aquela alegria estampada na cara do povo sofrido da vizinhança, a sensação de ser livre pelo menos por um curto espaço de tempo. Eis um problema.
Cursino completou 19 anos e arrumou o primeiro emprego. Ainda não era o trabalho dos sonhos. Ficou encarregado de arrumar uns caixotes em um armazém do bairro. O bom daquele emprego é que, no carnaval, a bodega fechava as portas e Cursino preparava a fantasia para se esbaldar. Todo ano desfilava no Bloco dos Flanelas, formado por flanelinhas do bairro. Metódico, era no desfile que ele se sentia um pouco mais livre das amarras do perfeccionismo que marcava sua personalidade desde os primeiros anos de escola. Não podia ver um risco fora do lugar no caderno. Ia lá e apagava. No armazém, os caixotes pareciam ocupar espaços milimetricamente medidos, pensados.
Até que um dia, o sonho concretizou-se melhor que a encomenda. Recebeu uma proposta do dono do armazém de fazer segurança para um empresário, um bonitão com 25 anos que não abria mão de festas: era réveillon, carnaval ou São João. Até nome de rico o danado tinha: seu Tiago, era como Cursino deveria chamar o bem-nascido.
Seu Tiago iria curtir o carnaval inteiro. Já tinha feito até o roteiro: das ladeiras de Olinda, passaria pelo Recife Antigo e ainda daria uma voltinha em Porto de Galinhas. Não tardou para Cursino receber a ordem de ficar vigilante, mas nunca, nunca mesmo, atrapalhar as investidas de seu Tiago nas meninas durante o carnaval. ´Vê se fica de longe, senão a mulherada se afasta`, lembrava o empresário.
E assim foi. Cursino deixou a paixão pela folia de lado para viver outra paixão: o trabalho. E não foi mole, como era de se esperar. Quando lembrava do Bloco dos Flanelas desfilando na segunda-feira de carnaval, pensava em Lucíola, a moça de corpo escultural. Pensava na conversa com os amigos, no petisco e na cachaça no lugar do velho feijão, arroz e suco que fazem parte da rotina de um metódico Cursino. Pela primeira vez ele não sairia em desfile pelas ruas. Continuaria o Cursino de sempre: metódico, perfeccionista.
Mas gente como Cursino busca a perfeição até na hora da folia. Cansado, mas cheio de esperanças, já eram 8h da quarta-feira de cinzas quando largou do serviço. Precisava brincar carnaval, nem que fosse somente naquela quarta-feira, que estava prestes a passar de cinzas para pó. Cursino, então, vestiu a fantasia de policial e partiu. Estava só, mas nem por isso infeliz. O resto da turma ainda dormia, ressacada dos quatro dias de folia. Bebericando uma cerveja cujo gosto ansiava há pelo menos uma semana, observou ao longe um movimento de pessoas. Partiu em direção à multidão que acompanhava o famoso Bloco da Turma do Plantão, formado por gente como ele. Seguranças, enfermeiros, policiais.
No caminho, raciocinou filosofias de botequim. Descobriu que passar bem pela vida depende do ponto de vista. Deu graças aos céus por ter um troco a mais no bolso e o mais importante: ainda tinha energia para pular atrás do bloco. Afinal, para pessoas como ele, a danada da quarta-feira ingrata nunca existiu mesmo.
Abraço a todos!
Resolvi publicar pois achei ele bem legal. Espero que gostem.
Só sobraram as cinzas: Metódico e perfeccionista, Cursino se dividia entre duas paixões: o trabalho e o carnaval. E aprendeu a se contentar com o último dia da festa
Cursino nasceu vigilante. Sabe aquelas pessoas que desde criança dizem aos quatro ventos o que vão ser quando crescer? Cursino é uma delas. Aos sete anos, ganhou uma arma de brinquedo do pai, um embalador de supermercado que sustentava a família com os trocados que ganhava das madames. A garotada do bairro adorava o objeto novo do menino. É que, além de colorida, a arma disparava jatos de água. Aquilo ali ele não emprestava para ninguém. ´Nem para Jesus Cristo, se descesse à Terra`, costumava bradar para afastar os mais insistentes.
Aos poucos, o revólver de plástico ajudou Cursino a identificar sua verdadeira vocação. Com aquele treco em punho, colocava a meninada pra correr na hora de brincar de polícia e ladrão. Foi se descobrindo poderoso e aos poucos o ego já não cabia mais em um rapazote de 12 anos. Menino franzino, do cabelo sarará, olhinho claro puxado para a mãe, Cursino nunca tinha sido a sensação do bairro ou da escola. Era feinho mesmo e, na cabeça dele, ser vigilante quando crescesse iria facilitar a vida. Quem sabe não teria respeito entre os colegas? Poderia até conquistar a menina que quisesse, pensava..
Mas há quem diga que vocação mesmo a gente só descobre quando chega o carnaval. Aí sim, até pessoas como Cursino, que sonham com um emprego na profissão escolhida, deixam de bater ponto e arrumam atestado médico para escapulir. Só que, como já deu para perceber, Cursino, que foi batizado assim em homenagem a um curso de reforço escolar inaugurado pelo governo no dia do seu nascimento, tinha certeza do que queria. E iria enfrentar tudo para ganhar e manter um bom emprego como vigilante. Nem que para isso deixasse sua outra paixão de lado: o carnaval.
Ainda criança, enquanto atirava jatos de água com sua pistola de plástico, a meninada usava bombas feitas com canos velhos para jogar água no povo. Na época, descobriu que também amava a folia, os desfiles dos blocos, aquela alegria estampada na cara do povo sofrido da vizinhança, a sensação de ser livre pelo menos por um curto espaço de tempo. Eis um problema.
Cursino completou 19 anos e arrumou o primeiro emprego. Ainda não era o trabalho dos sonhos. Ficou encarregado de arrumar uns caixotes em um armazém do bairro. O bom daquele emprego é que, no carnaval, a bodega fechava as portas e Cursino preparava a fantasia para se esbaldar. Todo ano desfilava no Bloco dos Flanelas, formado por flanelinhas do bairro. Metódico, era no desfile que ele se sentia um pouco mais livre das amarras do perfeccionismo que marcava sua personalidade desde os primeiros anos de escola. Não podia ver um risco fora do lugar no caderno. Ia lá e apagava. No armazém, os caixotes pareciam ocupar espaços milimetricamente medidos, pensados.
Até que um dia, o sonho concretizou-se melhor que a encomenda. Recebeu uma proposta do dono do armazém de fazer segurança para um empresário, um bonitão com 25 anos que não abria mão de festas: era réveillon, carnaval ou São João. Até nome de rico o danado tinha: seu Tiago, era como Cursino deveria chamar o bem-nascido.
Seu Tiago iria curtir o carnaval inteiro. Já tinha feito até o roteiro: das ladeiras de Olinda, passaria pelo Recife Antigo e ainda daria uma voltinha em Porto de Galinhas. Não tardou para Cursino receber a ordem de ficar vigilante, mas nunca, nunca mesmo, atrapalhar as investidas de seu Tiago nas meninas durante o carnaval. ´Vê se fica de longe, senão a mulherada se afasta`, lembrava o empresário.
E assim foi. Cursino deixou a paixão pela folia de lado para viver outra paixão: o trabalho. E não foi mole, como era de se esperar. Quando lembrava do Bloco dos Flanelas desfilando na segunda-feira de carnaval, pensava em Lucíola, a moça de corpo escultural. Pensava na conversa com os amigos, no petisco e na cachaça no lugar do velho feijão, arroz e suco que fazem parte da rotina de um metódico Cursino. Pela primeira vez ele não sairia em desfile pelas ruas. Continuaria o Cursino de sempre: metódico, perfeccionista.
Mas gente como Cursino busca a perfeição até na hora da folia. Cansado, mas cheio de esperanças, já eram 8h da quarta-feira de cinzas quando largou do serviço. Precisava brincar carnaval, nem que fosse somente naquela quarta-feira, que estava prestes a passar de cinzas para pó. Cursino, então, vestiu a fantasia de policial e partiu. Estava só, mas nem por isso infeliz. O resto da turma ainda dormia, ressacada dos quatro dias de folia. Bebericando uma cerveja cujo gosto ansiava há pelo menos uma semana, observou ao longe um movimento de pessoas. Partiu em direção à multidão que acompanhava o famoso Bloco da Turma do Plantão, formado por gente como ele. Seguranças, enfermeiros, policiais.
No caminho, raciocinou filosofias de botequim. Descobriu que passar bem pela vida depende do ponto de vista. Deu graças aos céus por ter um troco a mais no bolso e o mais importante: ainda tinha energia para pular atrás do bloco. Afinal, para pessoas como ele, a danada da quarta-feira ingrata nunca existiu mesmo.
Abraço a todos!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
O que sustenta um amor para a vida inteira?!
Amor é uma bela palavra na qual várias pessoas dizem saber o seu significado, ou pelo menos acham, mas afinal o que é amor?! Perguntinha mais difícil, né?! Mas vamos as possíveis respostas resumindo em apenas palavras: carinho, afeto, confiança, companheirismo, amizade entre outros que você caro leitor pode definir.
Um amor que marca (de forma positiva) deve ser o sonho de qualquer ser humano disposto a amar. Sonhar, recordar, desejar estar sempre com a pessoa é uma característica desse amor, me corrigiram se eu estiver errado. "Um amor para recordar" é titulo até de filme, mas será que todo amor é para recordar?! Nem sempre isso é possível.
Amores que ferem é o clássico "amor-bandido", onde o amor próprio não existe e a falta de respeito consigo mesmo é que manda. Essa é a forma mais triste de amar... Sendo que nada é capaz de abrir os olhos do individuo (a) e o sofrimento é calado e degenerativo.
O que sustenta um amor para a vida inteira? Se alguém souber me avisa (mas avisa mesmo!). Escutei recentemente a seguinte e dei risadas, e parei para pensa nela depois: "O amor é feito capim, você planta e ele cresce, aí vem um vaca e acaba tudo!". Admite meu povo a frase tem lá sua razões. Se demora um tempo para construir uma amor, e para acabar basta apenas um CLICK de mouse e um ENTER de MSN (imaginem as vacas e os bois comendo seu capim de amor) para acabar tudo. É um fato comprovado por A + B + C +D e todas as letras do seu alfabeto, o que Internet uniu, a Internet separa (essa frase é minha). Um número considerável de relacionamentos, casamentos e afins que acabam por causa desse advento maravilhoso.
É isso caros leitores, o recado é simples cuidem do seu capim e afaste do seu pasto as vacas e os bois.
A quem ler isso o meu muito obrigado.
Um amor que marca (de forma positiva) deve ser o sonho de qualquer ser humano disposto a amar. Sonhar, recordar, desejar estar sempre com a pessoa é uma característica desse amor, me corrigiram se eu estiver errado. "Um amor para recordar" é titulo até de filme, mas será que todo amor é para recordar?! Nem sempre isso é possível.
Amores que ferem é o clássico "amor-bandido", onde o amor próprio não existe e a falta de respeito consigo mesmo é que manda. Essa é a forma mais triste de amar... Sendo que nada é capaz de abrir os olhos do individuo (a) e o sofrimento é calado e degenerativo.
O que sustenta um amor para a vida inteira? Se alguém souber me avisa (mas avisa mesmo!). Escutei recentemente a seguinte e dei risadas, e parei para pensa nela depois: "O amor é feito capim, você planta e ele cresce, aí vem um vaca e acaba tudo!". Admite meu povo a frase tem lá sua razões. Se demora um tempo para construir uma amor, e para acabar basta apenas um CLICK de mouse e um ENTER de MSN (imaginem as vacas e os bois comendo seu capim de amor) para acabar tudo. É um fato comprovado por A + B + C +D e todas as letras do seu alfabeto, o que Internet uniu, a Internet separa (essa frase é minha). Um número considerável de relacionamentos, casamentos e afins que acabam por causa desse advento maravilhoso.
É isso caros leitores, o recado é simples cuidem do seu capim e afaste do seu pasto as vacas e os bois.
A quem ler isso o meu muito obrigado.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Amizade (Parte 3)
O ambiente quem faz é a pessoa, mas ainda tem gente que discorda dessa máxima. No ambiente de trabalho é a mesma coisa.
Em particular já participei de ambientes de trabalho distintos, do mais legal ao mais sacante. E digo uma coisa, sobrevivi graças as boas amizades que fiz em cada local, é claro que sempre correndo o risco de ter alguém para derrubar, esse tipo de gente se encontra em todo lugar. No ramo da publicidade não é diferente, dependendo de onde esteja pode-se chegar ao céu e ao inferno em questão de um piscar de olhos.
Eu sinceramente não sou do tipo falante e simpático o tempo todo, mas tem algo que as pessoas gostam e acabam se aproximando, será por causa do estigma do gorducho engraçado? não sei ao certo....
Amigos amigos, negócios a parte essa é a primeira lição que se aprende ao entrar no mundo corporativo, graças a essa lição evitei milhões de fofocas... aliás fofocas são presentes no seu trabalho, queira você ou não. Atire a primeira pedra quem nunca sofreu ou já fez fofoca, mesmo que sem querer, na empresa.
Uma boa amizade no seu trabalho incomoda e muitos os fofoqueiros de plantão, mas se ela foi construída em bases sólidas... não há fofoqueiro no mundo corporativo que te derrube, a não ser que ele seja o seu chefe!
Bem meus caros leitores esse texto curto fecha a série sobre amizade... outra hora eu volto com algum tema novo.
Feliz ano novo a todos e obrigado por ler esse negócio aqui!
Em particular já participei de ambientes de trabalho distintos, do mais legal ao mais sacante. E digo uma coisa, sobrevivi graças as boas amizades que fiz em cada local, é claro que sempre correndo o risco de ter alguém para derrubar, esse tipo de gente se encontra em todo lugar. No ramo da publicidade não é diferente, dependendo de onde esteja pode-se chegar ao céu e ao inferno em questão de um piscar de olhos.
Eu sinceramente não sou do tipo falante e simpático o tempo todo, mas tem algo que as pessoas gostam e acabam se aproximando, será por causa do estigma do gorducho engraçado? não sei ao certo....
Amigos amigos, negócios a parte essa é a primeira lição que se aprende ao entrar no mundo corporativo, graças a essa lição evitei milhões de fofocas... aliás fofocas são presentes no seu trabalho, queira você ou não. Atire a primeira pedra quem nunca sofreu ou já fez fofoca, mesmo que sem querer, na empresa.
Uma boa amizade no seu trabalho incomoda e muitos os fofoqueiros de plantão, mas se ela foi construída em bases sólidas... não há fofoqueiro no mundo corporativo que te derrube, a não ser que ele seja o seu chefe!
Bem meus caros leitores esse texto curto fecha a série sobre amizade... outra hora eu volto com algum tema novo.
Feliz ano novo a todos e obrigado por ler esse negócio aqui!
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